Use este identificador para citar ou criar um link para este item: http://hdl.handle.net/123456789/2036
Título: Migração dos sentidos imagens do lugar: origem e destino
Autores: Pinheiro, Zairo Carlos da Siva
Santos, Nilson
Palavras-chave: Imaginário
Espaço
Fenômeno
Migração
Narrativas
Data de publicação: 2008
Citação: PINHEIRO, Zairo Carlos da Siva. Migração dos sentidos imagens do lugar: origem e destino. 2018. 126 f. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Geografia, Fundação Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho, 2008.
Resumo: Esta pesquisa tem como meta compreender as vivências de pessoas e como estas vivências, através dos conteúdos de imagens do lugar, podem desvelar os sentidos tanto do lugar de origem quanto de destino dos migrantes acreanos. Essa perspectiva parte do trajeto imaginário, destas narrativas e não do trajeto físico em si. Esses lugares são frutos do imaginário interpessoal, em contato com o ambiente socializado da mata, dos rios, dos sonhos, do pai, que impulsionam um tipo de interpretação a qual procuramos compreender a partir desses referenciais em diálogo conosco. O processo de pesquisa passou pela análise da história oral de José Carlos Sebe Bom Meihy e ampliada por Alberto Lins Caldas, e se tornando possível devido ao caráter interdisciplinar que a geografia humana tem dado à visão de mundo das pessoas. Possibilitou-nos a observar os narradores como pessoas de vivências pluralizadas, embora oriundas do mesmo contexto sócio cultural, ou seja, as regiões do Estado do Acre. As fontes de pesquisa são as narrativas desses migrantes para onde todo o nosso esforço se volta. Para compreender o espaço, enquanto categoria humana, enquanto espaço de relação social, espaço de vivência, fomos buscar na teoria da geografia das humanidades, como Yi-fu Tuan, Paul Claval, Milton Santos, e pensadores do imaginário/simbólico como Gaston Bachelard, Gilbert Durand e outros que tenham nas humanidades sua meta, em fim, nas variadas discussões sugeridas por uma geografia voltada para as pessoas, que nos remete a entender o espaço (enquanto lugar) como produção social em dialética com o ambiente físico socializado. O resultado da pesquisa apontou para a confirmação da teoria humanista de que os lugares são sempre lugares de vivência, que envolve sentidos pessoais em relação ao meio, diferenciados porque cada um interioriza o vivido (Claval). Não há um lugar único, uniforme, cada narrador relatou a partir de sua visão de mundo, portanto, o lugar dito é um lugar individual/coletivo, porém, feito em relação dialógica. A imagem da mata é compreendida tanto por Sebastião quanto por Aldenor, Glória ou Vaneudes como lugar “comum”, mas cada um deles a olha com seu modo de sentir o espaço. Existe “semelhança” entre os espaços dos narradores, mas a diferença é a característica dos lugares apresentados nesta pesquisa.
Descrição: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Geografia, Núcleo de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de Rondônia – Unir como requisito parcial para obtenção do título de mestre em Geografia. Orientador: Prof. Dr. Nilson Santos
URI: http://hdl.handle.net/123456789/2036
Aparece nas coleções:PPGG/PVH - Mestrado em Geografia (Dissertações)

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