Use este identificador para citar ou criar um link para este item: http://hdl.handle.net/123456789/2037
Título: Mapeamento e análise dos impactos socioambientais na bacia do igarapé Tancredo Neves zona leste de Porto Velho-RO
Autores: Silva, Hélen Rose Oliveira da
Justina, Eloiza Elena Della
Palavras-chave: Impacto socioambiental
Planejamento urbano
Expansão urbana
Data de publicação: 2016
Resumo: Este trabalho consiste em ampliar o conhecimento sobre a dinâmica de ocupação da Bacia do Igarapé Tancredo Neves, localizada na Zona Leste da cidade de Porto VelhoRO. O crescimento de Porto Velho oriundo dos vários processos migratórios ocorridos no estado deu a cidade uma nova dinâmica. E com a crescente urbanização, a dificuldade da gestão em aplicar um planejamento urbano, evidencia as fragilidades do ambiente urbano, de modo que o intenso fluxo nos bairros que compreendem a bacia têm gerado processos que afetam toda a relação entre a sociedade e o espaço natural, o que por vez tem desencadeado uma série de impactos socioambientais. A metodologia abordada na pesquisa utilizou métodos tanto qualitativos como quantitativo por permitirem uma integração entre si. Esta se apoiou principalmente em Ferreira (2011) que propõem a espacialização dos principais impactos socioambientais, levando em consideração os aspectos físicos e sociais da área de estudo. A pesquisa utilizou como apoio para a identificação dos impactos socioambientais o geoprocessamento, como também a pesquisa em campo, através da aplicação de questionários, que contribuiu para demonstrar que o ambiente urbano da bacia do Igarapé Tancredo Neves, passa por sérios problemas, como a ocupação em áreas impróprias. Foram identificadas as áreas que passam por uma pressão entre meio construído e natural, sendo estas também designadas áreas de risco e, os principais impactos socioambientais urbanos encontrados, distinguindo estes em nível de maior e menor preocupação. Os problemas característicos de maior preocupação são referentes à ocupação as margens dos canais que cortam a bacia, e o despejo inadequado do lixo urbano. Além da contaminação dos cursos d’água e do solo, assoreamento dos canais e a remoção das APPs (Áreas de Preservação Permanente), poluição do ar pelas queimadas dos lixos urbanos, desencadeando tanto uma vulnerabilidade social como ambiental. Conclui-se que os impactos socioambientais urbanos, surgem em detrimento da ocupação não planejada, reforçados pelo não cumprimento do que estabelece o Plano Diretor e das leis complementares a este, haja a vista as dificuldades na fiscalização e acompanhamento do ambiente urbano.
Descrição: Dissertação apresentada como requisito para obtenção de título de Mestre junto ao Programa de Pós-Graduação Mestrado em Geografia da Universidade Federal de Rondônia.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/2037
Aparece nas coleções:Mestrado em Geografia / PVH. Dissertações



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